MESORREGIÃO CENTRAL DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
Considera como Patrimônio Cultural Imaterial, Religioso e Histórico do Estado do Rio Grande do Norte, a Festa Comemorativa da Beata Irmã Lindalva.
A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º Fica declarado Patrimônio Cultural Imaterial, Religioso e Histórico do Estado do Rio Grande do Norte, a Festa Comemorativa da Beata Irmã Lindalva.
Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Palácio de Despachos de Lagoa Nova, em Natal/RN, 02 de setembro de 2020, 199º da Independência e 132º da República.
FÁTIMA BEZERRA Governadora
FONTE – DIARIO OFICIAL DO DIA 03 DE SETEMBRO DE 2020
O deputado George Soares (PL) foi o autor do
Projeto de Lei, agora sancionado pelo governo do Rio Grande do Norte, que torna
a Festa Comemorativa da Irmã Lindalva, em Assu, parte do patrimônio imaterial,
cultural, religioso e histórico do RN. Em agosto, os deputados haviam aprovado
por unanimidade o projeto, sancionado lei e publicado na edição do Diário
Oficial (DOE) do último dia 03-09-2020.
A iniciativa é mais uma que surge para fomentar
o turismo religioso no interior potiguar. "Encaminhamos este projeto
também para fazer o registro da importância da Irmã Lindalva para nosso Estado
e para Assu. A Beata Irmã Lindalva está em processo de canonização pela Igreja
Católica, esse projeto também deve contribuir com esse objetivo e será
importante para fomentar o turismo religioso no Estado", justificou o
parlamentar.
A festa é um evento religioso realizado em Assu
que a cada ano vem alcançando ampla evidência pela enorme concentração de
pessoas do município e região. Nascida naquele município no dia 20 de outubro
de 1953, a Beata Lindalva Justo de Oliveira conseguiu demonstrar a força de seu
amor e fé pela sua vida cristã. Para os assuenses, Irmã Lindalva sempre foi
conhecida por sua paciência e bondade para com os fiéis. Após sua
beatificação, Irmã Lindalva passou a receber a veneração
de toda a comunidade católica do Rio Grande do Norte, fato este que
fortalece a sua importância histórica no contexto religioso e cultural do nosso
Estado
FONTE – SITE ALRN
De 1850 a 1857 a
Igreja Matriz do Assú foi totalmente reconstruída em virtude do contrato havido
entre o juiz municipal e a provedoria na pessoa do Dr. Luiz Gonzaga de Brito
Guerra,(depois conselheiro e barão do Assú) e o coronel Manoel Lins Wanderley.
A reconstrução constou do revestimento de toda a obra, inclusive as dos 2
corredores, e da construção das 2 torres, que foi projetada por uma comissão
nomeada pelo Juiz, e composta dos Srs. Pedro Soares de Araujo, José Correia de
Araujo Furtado e Manoel Lins Wanderley.
A Matriz de São João
Batista foi ladrilhada de mosaico; medindo 32 metros de comprimento, por 22 de
largura, da porta do Arco-mor, 21,15m e na Capela-Mor, 7 metros; tem vasto
pata-mar, e em frente, um majestoso, cruzeiro, eito por Manoel de Jesus, sendo
circulado de gradil, construído em 1889 e inaugurado a 16 de janeiro do mesmo
ano pelo vigário de então Padre Estevam Dantas.
Referencia:
LIMA, Auriceia Antunes. História
da Paróquia do Assú. Reverbo Estúdio: Assu, 2002.